G r a n d e s   v e i o s   d e   m i n  r i o s   v a l i o s o s   d e s c o b e r t o s   n o   c o r a   o   d e   A t l  n t i d a   c o n t r i b u  r a m   p a r a   s u a   i m p o r t  n c i a   e   r i q u e z a   p r e c o c e s .   T a i s   m i n  r i o s   e r a m   t  o   a b u n d a n t e s   e   e x t r a  d o s   e m   t a m a n h a   q u a n t i d a d e   q u e   o s   m e t a i s   p o r   e l e s   p r o d u z i d o s   n  o   e r a m   l i m i t a d o s   a p e n a s   a   a r m a s   e   f e r r a m e n t a s   c a r a s .   O s   t e l h a d o s   d a s   e d i f i c a   e s   e r a m   r e c o b e r t o s   d e   m e t a l   b r i l h a n t e   e   m e s m o   o s   c i d a d  o s   a t l a n t e s   m a i s   p o b r e s   t i n h a m   f e r r a m e n t a s ,   u t e n s  l i o s   d o m  s t i c o s   e   a r m a s   d e   m e t a l ,   a l  m   d e   j o i a s .   N o   e n t a n t o ,   o s   s  m b o l o s   m a i s   n o t  v e i s   d a   i n c r  v e l   p r o s p e r i d a d e ,   p o d e r   e   r i q u e z a   d e   A t l  n t i d a   e r a m   a s   m u r a l h a s   d e   m e t a l   v i s l u m b r a n t e s   q u e   c e r c a v a m   a   i l h a   e   s u a   c a p i t a l .   M u r a l h a s   d e   o r i c a l c o ,   o   m e t a l   m a i s   p r e c i o s o   d e   A t l  n t i d a ,   c e r c a v a m   o s   m o s t e i r o s   d a   o r d e m   d a   C a l  d r i a ,   o s   c o m p l e x o s   d e   p a l  c i o s   d o s   t e o c r a t a s   e   t o d o s   o s   t e m p l o s   d e d i c a d o s   a o s   t i t  s . 
 
 